um dia as coisas mortas, exaustas de descanso, vertem-se em necessidade, se abrem e nascem. de pé fico a pensar se neste dia, tudo que está do querer descansando não se levantará! como me levantei! tudo que está dormindo acordará, como acordei. e deverá uma vida à luz. um dia a luz nos cobra a vida que nos deu, que só apagando paga.
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