como que do pé caísse
a fruta que houvera mais saborosa
e eu perdesse
não só a polpa na língua,
a vitamina na saúde...
como quem a perdesse antes das mãos
que dirá dentes!
como quem pôs fora o giro do planeta,
as estações, o tempo dos agricultores, inutilizou os maquinários, fez desfeita a generosa natureza
e a inteligência
que semeia e seu respectivo país ...
é assim...
de ainda haver paladar a sua falta,
a minha mágoa.
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