Passado urgente! -
grita meu vão imaginário!
Ostenta em cartaz, o delinquente!
O impossível é necessário...
lunático! perturbado humanista!
Está tudo à beira do lixo!
Meu sonho jamais será terra à vista!
Há tempos que o que têm de melhor é o fim e o mal é o bem de quem não tem - me diz o terrorista.
A amizade não é mais conveniente
Somos usuários demais pra que não nos viole sermos conviventes!
Bem estar?!
Só preciso aceitar o que não posso salvar em mim, nos outros, no mundo!
O mundo, ah o mundo artigo de nostalgia: aquilo que se sofisticou pra algo atrás da vitrine.
O mundo é aquilo que um brechó teria!
É sempre aquilo onde outro vive,
vem lá de longe e do mistério que me prepara o câncer e a comida...
Um escondido que me deflagra ignorante
e em mim semeia desde ontem o fim da vida.
Estou sempre no cume, no observatório...
vítima do vício do ápice!
não dou nem mais um passo, como um preso voluntário que teme um máximo perdido!
Fico aqui no topo:Pra me distrair, aprender e não me ver.
Vivo de frente pro outro, com minhas janelas abertas!
No cume em que dor e alegria são de não ter corpo e não poder além de telespectador e expectativa.
o mundo que posso concretamente é anti-higiênico e me apequena.
Só me nota um indigente...
Eis onde cheguei caminhando em direção ao problema de querer solução;
foi até ver que minhas mãos não dariam
e deslizo impotente os dedos no vidro.
Como uma pobre menina o querendo vestido!
O mundo se tornou algo unidimensional.
Deixou de ser o quintal que colheria
uma fruta...
Me sobra tanto de tato, tudo de olfato e o desperdício da língua!
Oh! primeira namorada que moraria na velha esquina...
Não adianta haver ouvidos!
Que esdrúxulo ter vizinhos!
Pobre geração que não aprendeu a dar valor além de preço!
Que valor terá sua vida?
Por certo, pagarão caro!
O abjeto sujeito através do objeto de vidro
Está da realidade anos luz protegido.
O mundo se tornou algo unidimensional.
Deixou de ser o quintal que colheria
uma fruta...
Me sobra tanto de tato, tudo de olfato e o desperdício da língua!
Oh! primeira namorada que moraria na velha esquina...
Não adianta haver ouvidos!
Que esdrúxulo ter vizinhos!
Pobre geração que não aprendeu a dar valor além de preço!
Que valor terá sua vida?
Por certo, pagarão caro!
O abjeto sujeito através do objeto de vidro
Está da realidade anos luz protegido.
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